Porque nos pautamos o tempo todo por comparações?

No meu "Jogo do Real" tenho uma dinâmica onde pergunto a um aluno qual é o salário que ele ficaria bem feliz para fazer o serviço de Compras da minha empresa. Daí ele me responde: 10.000,00, eu ficaria feliz.

Então, chego para o colega do lado e ofereço o mesmo serviço pelo preço de 11 .000,00.

Vocês podem imaginar o que acontece imediatamente. O primeiro aluno reage bravamente.

E eu lhe pergunto, mas, você não me disse que estava satisfeito com os 10.000,00?

A resposta invariavelmente é: Mas, agora não estou mais... RssRssrsss.

O problema é que nós estamos satisfeitos ou não com as coisas na comparação com outros.

É o senso de justiça que prevalece acima dos valores absolutos.

Costumo dizer para meus dois filhos que eles não devem se comparar um com o outro e sim cada um consigo mesmo.

Hoje, estou melhor do que ontem? Hoje, estou mais rico do que ontem? Hoje, fui melhor profissional do que ontem?

Assim, caminhamos no trilho do desenvolvimento e não da frustração.

Pense nisto!


Novembro 19Dezenove de, 2009


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